sábado, 28 de abril de 2012

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 Eu me sinto meio idiota. Não por ter tentado esquecer, mas simplesmente por não ter conseguido. Você tá distante, e a verdade é que eu nem faço mais questão de fazer questão da gente. As pessoas se separam, é normal… Todo mundo muda, e nós dois mudamos de jeitos diferentes. Você virou sim, eu virei não. Você passou a preferir café morno, enquanto eu resolvi que gostava mais do frio. Tinha de acontecer. Era pra acontecer. E aconteceu mesmo. Acho que me sinto idiota por isso… Porque já era, não dá pra mudar mais. Mesmo se desse, eu não iria tentar novamente. Só que depois disso tudo, às vezes eu ainda paro pra pensar no que fomos. No que poderíamos ter sido. No que deveríamos. Depois de tanto tempo e depois de tanta saudade, eu ainda consigo reservar uns momentinhos pra você. Vai ver você nem liga, né? Mas eu faço do mesmo jeito. Eu faço, e refaço, e depois faço mais uma vez. Porque parece que tá na rotina; parece que nunca vai mudar. Parece que você vai ser sempre um pedacinho de mim. Um pedacinho meu. Um pedacinho da lembrança do que foi importante um dia. Parece que você nunca vai embora… Parece até que você gosta.

domingo, 15 de abril de 2012

A saudade é grande, mas o orgulho é maior.

Tudo o que eu queria agora era te abraçar bem forte, te dizer tudo o que eu sinto, te explicar todas as coisas mal resolvidas... mas você não quer nem olhar na minha cara, teu orgulho é maior que qualquer outra coisa pra que nós possamos resolver algo, tudo bem, meu orgulho também é grande e eu já cansei de correr atrás de pessoas, por mais que doa eu não vou correr atrás de você.

sábado, 14 de abril de 2012

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E então você passa horas na frente do espelho, troca de roupa 47680 mil vezes, esconde todas as cicatrizes e dores com uma boa maquiagem, suporta horas em cima de um salto, suporta linda a dor nos pés e no peito, engole em seco o choro quando a vontade é desmoronar, mas não você continua lá firme e forte... mas aí você faz tudo isso pra que ele note, pra no final escorra aquela maldita lágrima e você diga: QUE MERDA!